Em
Região de Terras de Santa Maria

2026/01/28

ULS EDV. Há 190 médicos de família para 330 mil utentes na região do Entre Douro e Vouga, um caso exemplar no país

Santa Maria da Feira Oliveira de Azeméis Vale de Cambra São João da Madeira Arouca

Num universo de 330 mil utentes inscritos nos seis municípios à responsabilidade da ULS do Entre Douro e Vouga, há resposta de médicos de família para 99,5% da população.

Quando no páis há um milhão e meio de portugueses sem médico de família, na região de Terras de Santa Maria o cenário é bem diferente. A ULS do Entre Douro e Vouga é um caso exemplar em Portugal.

Num universo de 330 mil utentes inscritos nos seis municípios à responsabilidade desta estrutura de saúde (Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Vale de Cambra, Arouca e Ovar), há resposta de médicos de família para 99,5% da população. 

Assegura a cobertura praticanebte plena de médico de família a todos os seus utentes com os cerca de 220 médicos de família que estão integrados nos seus quadros, avança ao REGIÃO DE TERRAS DE SANTA MARIA a adminitração da ULS EDV (ainda) liderada por Miguel Paiva.

"Há poucos exemplos de uma região com este grau de cobertura", afirmou Miguel Paiva em entrevista recente. "Há cerca de um milhão e meio de portugueses que não têm médico de família, mas dessse número praticamente nenhum mora nesta região e isso é uma grande qualidade que nós oferecemos às pessoas que vivem nesta região e e que gera conforto e quaçodade", acrescenta.

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A margem dos 0,5%

Há uma margem de apenas de 0,5% que distancia da perfeição e da cobertura completa. Miguel Paiva explica ao REGIÃO DE TERRAS DE SANTA MARIA que num universo tão grande de utentes há sempre oscilações que não permitem a cobertura completa: "Como é normal acontecer num universo desta dimensão, o quadro de médicos de família tem oscilações ao longo do tempo, seja devido a ausências temporárias de alguns dos seus elementos, com é o caso de doença, gravidez, licenças de maternidade, ou ausências definitivas, provocadas por reformas ou rescisões".  

"Em face disso, e fruto da necessidade de cumprirmos as regras de contratação de pessoal a que os organismos públicos estão obrigados, a substituição do pessoal ausente nem sempre é imediata, pelo que há, circunstancialmente, momentos em que alguns utentes ficam a aguardar a colocação de médicos", conclui. 

 

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