2026/09/16
Vereadora Rita Pereira, do PS, alertou para sujidade acumulada, manchas de óleo e cheiro a urina na Praça Luís Ribeiro; câmara municipal promete reforçar a limpeza do espaço.
A Câmara Municipal de São João da Madeira anunciou que vai reforçar a limpeza da Praça Luís Ribeiro, depois de terem sido levantadas preocupações sobre o estado de higiene daquele espaço central da cidade, nomeadamente sujidade acumulada no pavimento, manchas de óleo e cheiro a urina.
A situação foi levada à reunião pública do executivo municipal pela vereadora Rita Pereira, do PS, que afirmou ter recebido vários relatos de munícipes e ter confirmado presencialmente o estado da praça.
Segundo a intervenção feita na reunião, os problemas de limpeza já vinham de trás, mas terão vindo a agravar-se, não apenas devido à utilização quotidiana do espaço, mas também pela presença de óleo de viaturas e por um forte cheiro a urina.
A vereadora defendeu que, perante o estado atual da praça, já não seria suficiente uma limpeza pontual ou de circunstância, tendo pedido uma intervenção “a fundo” que devolvesse dignidade ao espaço.
Na mesma intervenção, foi também levantada uma preocupação relacionada com o chafariz existente no centro da praça.
Foi referido que a água funciona em circuito e que, nos dias de maior calor, é frequente ver crianças a brincar naquele espaço.
A oposição pediu, por isso, garantias de que a qualidade da água não colocará em risco os utilizadores, defendendo que a limpeza da praça deve também acautelar eventuais questões de salubridade.
Em resposta, o executivo liderado por João Oliveira (AD) reconheceu a necessidade de uma intervenção mais profunda e garantiu que a limpeza será reforçada.
O presidente da Câmara aproveitou ainda para manifestar preocupação com comportamentos que considera falta de civismo, nomeadamente no abandono de lixo no espaço público.
A vereadora Rita Pereira esclareceu, contudo, que o problema da Praça Luís Ribeiro não se prende apenas com lixo abandonado.
Segundo explicou, a principal preocupação está relacionada com a sujidade acumulada nas lajes e no chão, resultante da utilização quotidiana daquele espaço, e não com a atribuição de responsabilidades a um grupo etário específico.
O executivo não avançou, durante a reunião, uma data concreta para a realização da limpeza mais profunda.