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Região de Terras de Santa Maria

2026/03/13

Recuperação do Museu Municipal de Espinho poderá custar € 600 mil à autarquia

Espinho

O executivo camarário liderado por Jorge Ratola prevê investir cerca de 600 mil euros na recuperação do Museu Municipal, após identificar infiltrações, degradação estrutural e problemas de segurança no edifício.

A câmara municipal de Espinho pretende avançar com um investimento de cerca de 600 mil euros para a recuperação do Museu Municipal, numa intervenção que visa resolver problemas estruturais e travar o estado de degradação do edifício.

A obra foi referida durante a discussão da revisão orçamental de 2026 na Assembleia Municipal, onde o executivo explicou que o equipamento apresenta diversos problemas de conservação, incluindo infiltrações, ferrugem na estrutura exterior e falhas nas condições de segurança.

Segundo o presidente da câmara municipal, Jorge Ratola, a intervenção é necessária para impedir que a situação se agrave."Temos ali duas questões fundamentais. A primeira é impedir que o estado de degradação em que se encontra aquele equipamento continue", afirmou.  

 

Infiltrações e danos no interior

Entre os problemas identificados estão infiltrações de água em várias salas, que já provocaram danos no piso e em outras estruturas interiores do edifício.

O autarca referiu ainda que existem portas sem condições de segurança e sinais de abandono em algumas áreas, situação que justifica a necessidade de uma intervenção de fundo no espaço museológico.

 

Possível financiamento externo

Além da recuperação estrutural, a autarquia está também a preparar uma candidatura a financiamento externo, através da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria, que poderá apoiar parte do investimento.

Em paralelo, está em desenvolvimento um projeto para melhorar a eficiência energética do edifício, trabalho que está a ser preparado em colaboração com a agência energética Energaia.

Preservar um equipamento cultural da cidade

A recuperação do Museu Municipal é apresentada pelo executivo como uma forma de preservar um dos equipamentos culturais da cidade, garantindo melhores condições para acolher exposições e atividades culturais.

A intervenção integra-se no conjunto de investimentos previstos pela autarquia para requalificação de equipamentos municipais, no âmbito da revisão do orçamento para 2026.

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